Acompanho o tema petróleo desde o primeiro choque de preços, em 1973, quando o barril (medida teórica equivalente a 159 litros) subiu de 3 dólares da noite para o dia. Houve um segundo choque em 1979, que nos atingiu em cheio e levou à criação do Proalcol.

Escrevo isso porque, desde 1973, acompanho o tema petróleo e a geografia do óleo. Tenho ido fundo no assunto por todas estas décadas. Repito, desde 1973.
Quando os EUA atacaram o Irã, escrevi que não entendia, e sigo não entendendo até hoje, como os militares americanos – com mais generais que micróbios em maçaneta de porta de banheiro – não previram que o Estreito de Ormuz seria um problema sério.

Consolo-me com uma frase do escritor francês Antoine Saint Exupèry: “O essencial é invisível aos olhos”.
A opção desastrosa
E Donald Teump falando que vai reabrir Oemuz como se fosse fácil. Leia parte da matéria da revista Veja em que o presidente francês diz o que aconteceria.

O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou, na quinta-feira, 2, ser “irrealista” uma operação militar para abrir o Estreito de Ormuz à força. Leia mais clicando aqui.