Search

Muito barulho por nada

Muito Barulho para Nada é uma comédia romântica de William Shakespeare que mistura enganos, intrigas e romances em Messina, na Itália. A sessão plenária do STF para julgar se o ministro Alexandre de Moraes pode ser investigado e, posteriormente, condenado ou não, foi uma cópia quase fiel da peça do Bardo, como Shakespeare é chamado.

O grupo dos 11

Na realidade, são 10 ministros da mais alta Corte do país, um está vago. Como dois se declararam impedidos, foram oito a não decidir coisa alguma. Significou que os mais de 400 jornalistas que acompanharam a sessão perderam a viagem. Mais uma vez, muito barulho por nada.

https://www.banrisul.com.br/bob/site/link/campanha-credito-pf.html?utm_source=fernando_albrecht&utm_medium=patrocinio&utm_campaign=tacomcredito&utm_term=visibilidade&utm_content=escala_600x90px

O modo brasileiro de ser

O Direito é lento. A Justiça é lenta. É da sua estrutura ser devagar. Bastava um ministro pevir vista que tudo seria procrastinado. 

Sem novidades no front

É o título de um filme do escritor alemão Erich Maria Remarque. Narra a história de um soldado alemão que sai da trincheira e volta para casa em breve licença.

É um drama pungente também levado à tela grande. Pode ser também um resumo da sessão do Supremo  de ontem. 

O Barão tinha razão 

Aparício Torelly, o Barão de Itamar – uma batalha que não houve – era um tremendo humorista e pinçava idiossincrasias brasileiras como ninguém. Uma tirada dele também resume a sessão de ontem: de onde menos se espera, dali mesmo que não sai nada. 

https://observatorio.fecomercio-rs.org.br/home?utm_source=fernando_albretch&utm_campaign=observatorio_do_comercio&utm_content=competence

O velho Stan

Stanislaw Ponte Preta era o pseudônimo do jornalista e compositor carioca Sérgio Porto. Cunhou uma frase memorável, que também vejo como uma luva no Brasil de hoje: ou reinstaure-se a moralidade ou locupletemo-nos todos. 

O velho Chico

Não o rio São Francisco, o humorista Chico Anysio, que criou um bordão para definir a Era da Corrupção: “Sou, mas quem não é?”.

 Parole, parole

Parole Parole” (frequentemente lembrada como “Parole, parole, parole”) é um famoso dueto musical gravado originalmente em italiano em 1972. Um bom resumo para a sessão de ontem.

Fernando Albrecht

Fernando Albrecht é jornalista e atua como editor da página 3 do Jornal do Comércio. Foi comentarista do Jornal Gente, da Rádio Band, editor da página 3 da Zero Hora, repórter policial, editor de economia, editor de Nacional, pauteiro, produtor do primeiro programa de agropecuária da televisão brasileira, o Campo e Lavoura, e do pioneiro no Sul de programa sobre o mercado acionário, o Pregão, na TV Gaúcha, além de incursões na área executiva e publicitário.

Deixe sua opinião

Publicidade

Publicidade