Um vídeo publicado nas redes sociais, no domingo passado (5), colocou o casal presidencial no centro de críticas e reacendeu o debate sobre a proteção da fauna silvestre no Brasil. Nas imagens, a primeira-dama Janja aparece preparando carne de paca. Enquanto isso, o presidente Lula elogia o prato, afirmando que os pedaços do animal “estão divinos”.

A paca, considerada o segundo maior roedor do país, é uma espécie herbívora com papel relevante na dispersão de sementes e na regeneração de florestas. Sua presença contribui diretamente para o equilíbrio ambiental, o que reforça a importância de sua preservação. Especialistas e defensores da causa animal destacam que, mesmo em contextos legalizados, o consumo de animais silvestres levanta questionamentos éticos e ambientais.

“Foi extremamente infeliz, preocupante a publicação. Não só a publicação. Mas a prática de consumir um animal da nossa fauna, que vem sofrendo uma enorme pressão, seja pela caça, seja pelo desenvolvimento urbano”, afirma Vânia Plaza Nunes, diretora-técnica do Fórum Animal.

Abram o olho com os golpistas
A velocidade e a conveniência de ferramentas como o Pix e o WhatsApp transformaram a maneira como os brasileiros lidam com o dinheiro. No entanto, também abriram portas para novas e sofisticadas abordagens de criminosos.
De acordo com a pesquisa mais recente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), 82% das transações bancárias dos brasileiros são feitas via canais digitais. Diante desse cenário, o Itaú Unibanco alerta para os comportamentos que podem evitar os golpes e fraudes neste ambiente.

De acordo com Felipe Tambelini, diretor de Prevenção a Fraudes do Itaú Unibanco, as principais armas contra os golpistas são a desconfiança e o questionamento. “Mais importante do que decorar cada tipo de golpe, é essencial desenvolver um senso crítico e uma postura de cautela no ambiente digital. Os criminosos inovam nas abordagens, mas a tática central é quase sempre a mesma: criar um senso de urgência ou uma oportunidade imperdível para induzir a vítima a agir por impulso, sem pensar”, explica o executivo.