Chama-se assim resgates históricos tirados do fundo do baú de fatos, gírias, histórias e outras lembranças. O próprio nome é uma Horta da Luzia, sai dessa. Essa que segue tirei hoje, e diz respeito à segunda metade dos anos 1950 quando Juscelino Kubitschek era presidente do Brasil. Cantarolava-se emendada, a melodia é uma antiga música universal cuja origem me escapa.
“Kubitscheke/Que nome lindo tens tu/Hoje ninguém tem mais cheque/Mas tudo mundo tem/Kubitscheke/Que nome lindo tens tu/Hoje ninguém…” e assim por diante, sempre repetindo as frases.
Morou, Moraes? Se não mora agora não mora nunca mais.
É outra retirada do solo da Horta da Luzia.
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