E tem também a história do vendedor de que ele dizia ser de ouro alemão. Percorria o interior das cidades do Vale do Caí, nos anos 1950 e 60, para vendê-los aos colonos. O ouro era mais frio que gelo seco, o chamado ouro de tolo. Em meses, ficava preto.
Para evitar cobranças, não voltava ao local do crime. Mas uma vez se esqueceu e retornou.
Assim que chegou na “venda” foi cercado pelos compradores mostrando a má compra. Ele balançou a cabeça.
– Bem que eu desconfiava… Ouro alemão não se dá bem com nosso clima.
