Mulher de um conhecido advogado porto-alegrense chamou um carro da Uber. Assim que chegou no ponto combinado, ela acenou e o motorista abriu a porta.
– Cadê a criança?
Ela ficou estupefata, e chegou a ensaiar um “mas vamos se respeitar, né?”. Mas então veio a explicação. A Uber costuma fazer campanhas de marketing beneficiando usuários, mas as faz sem grandes divulgações. Até sábado passado, promoveu a campanha da Gotinha, que levava mães e acrianças gratuitamente para postos de vacinação. Havia um aplicativo específico a senhora em questão acionou o serviço errado.