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Higienização de bombonas

Leitor que sempre compra a bombona de 20 litros de um mesmo distribuidor de água mineral observou que a entrega (e a instalação/troca) foi um rapazote, que sofreu para botar a coisa no lugar. Depois de higienizar o bocal do garrafão com um lencinho embebido em álcool, presumivelmente, fez uma manobra desajeitada para colocar a bomba e a água se espalhou para todos os lados, contaminando toda a água.

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Boa notícia…

Foi um progresso que os funcionários dos estabelecimentos que lidam com alimentos e lanches passassem a usar luvas apropriadas para o manuseio dos produtos que irão à boca do freguês. Foi um retrocesso o fato de os funcionários usarem as mesmas luvas por longos períodos, inclusive pegando objetos e outros materiais sabidamente contaminados, como os panos 24 horas, digamos. Por que aqui tudo tem que ser feito pela metade?

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…e outra má

Carne de hambúrguer quando moída deve ser bem passada se o cliente quiser evitar a ingestão de microorganismos nocivos. Já o bife não apresenta esse mesmo perigo, mesmo não sendo bem passado. O que acontece é que a carne moída foi manipulada, e em contato com a chapa a parte interna não zera o contencioso de germens. Já o bife tem seus hóspedes indesejáveis queimados durante o preparo.

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Jornal do Comércio

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Fernando Albrecht

Fernando Albrecht é jornalista e atua como editor da página 3 do Jornal do Comércio. Foi comentarista do Jornal Gente, da Rádio Band, editor da página 3 da Zero Hora, repórter policial, editor de economia, editor de Nacional, pauteiro, produtor do primeiro programa de agropecuária da televisão brasileira, o Campo e Lavoura, e do pioneiro no Sul de programa sobre o mercado acionário, o Pregão, na TV Gaúcha, além de incursões na área executiva e publicitário.

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