Mal desponta como possível candidato à sucessão de Michel Temer, o ministro Henrique Meirelles já teve seu nome vinculado a um malfeito. Que não é o caso. Ontem mesmo Meirelles disse que a conta que tem em offshore é beneficente e, importante, declarada. Além de estar inativa, uma doação de US$ 10 mil (mil, não milhões) não é exatamente valor que cheire à corrupção. E agora quem bota as penas voadas de volta ao travesseiro?