Certo, este país está sentado em cima de um vulcão, mas com perfurações em torno de 5 mil metros, metade do planeta pode usar essa tecnologia. Ainda há entraves técnicos na perfuração, mas há progressos. O esquema é simples usa água aprisionada no subsolo ou da superfície, a injeta nas rochas quentes por tubulações e o vapor resultante sobe e aciona turbinas. No fim é a velha história: a dor ensina a gemer. Antes do petróleo acabar, teremos como substituí-lo, menos em uma coisa: a petroquímica.