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Elvis vive!

Surgiu uma versão fantástica para o atentado contra Bolsonaro. Segundo seguidores do Barão de Münchausen, a facada foi armação da própria vítima. Conforme esse delírio, ele estava com câncer no intestino e, para evitar que esse fato caísse na boca do povo e dificultasse sua eleição, contrataram alguém para feri-lo a fim de que a cirurgia requerida pudesse ser feita. O Barão é aquele personagem que dizia votar usando patos e viajar em cima de uma bala de canhão.

Mas eu acredito. Assim como acredito que Elvis Presley não só está vivo como é dono de um pé-sujo no bairro Azenha de Porto Alegre. Está bem velhinho, é verdade, e não consegue mais rebolar os quadris como antigamente, mas ainda é capaz de cantarolar Love Me Tender e olhando com olhar concupiscente para a cozinheira. Num português ainda minado com o sotaque inglês, ele tem dito a amigos que não está nem aí para denúncia de assédio.

Então se Elvis serve cachaça com butiá, por que Bolsonaro não poderia ter armado a facada?

Foto da web sem indicação de autor

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Fernando Albrecht

Fernando Albrecht é jornalista e atua como editor da página 3 do Jornal do Comércio. Foi comentarista do Jornal Gente, da Rádio Band, editor da página 3 da Zero Hora, repórter policial, editor de economia, editor de Nacional, pauteiro, produtor do primeiro programa de agropecuária da televisão brasileira, o Campo e Lavoura, e do pioneiro no Sul de programa sobre o mercado acionário, o Pregão, na TV Gaúcha, além de incursões na área executiva e publicitário.

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