Briguento e não por acaso com fama de “bad boy”, Carlota trabalhou 10 anos como repórter policial, e confessa que, em nome da justiça, chegou sim a cometer “alguns excessos”, como estourar portões de casas, no pé, para resgatar cães que estavam presos, e até mesmo “sentar porrada em estuprador”. Personagens assim ganham facilmente fama nacional.