Então estou eu bebericando um belo café com uma colega, em uma cafeteria bem apessoada da cidade. Ela pede um café gelado com não-sei-o-que misturado, sorvendo até que o canudo implode. Claro, era de papel. Moço, ela diz para o garçom, canudo de papel não aguenta. O rapaz não se impressiona.
– Às vezes, eles aguentam.
Meu saco também. Mas só às vezes.
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