Há muito tempo, décadas, as emissoras de TV vendem parte do horário da programação, principalmente para igrejas evangélicas. Ocorre que estas empresas operam por concessão, o espectro de frequências de rádio usado para transmitir o sinal é um bem público.

As emissoras recebem da União o direito de explorar uma faixa desse espectro por um período determinado. A concessão, no entanto, deve seguir uma série de regras.

Uma delas determina que 5% do tempo deve ser destinado à produção de notícias. Outra regra, do regulamento dos serviços de radiodifusão, diz que as emissoras devem limitar a 25% “o tempo destinado à publicidade comercial.
Em busca de novas fontes de renda, porém, emissoras passaram a vender além dos 25% da grade de programação permitidos por lei. Teoricamente, elas poderiam ser punidas pelo governo. Mas isso é tão difícil como fazer crescer cabelo em ovo.

A moda no telhado
A moda mais recente de corte de cabelo é deixar a parte mais baixa como se fosse um solo pronto para receber plantação de soja, por exemplo. Na parte superior, fica o que restou da mata nativa. Já no topo, um cocoruto no capricho, que, em campo aberto na na Fronteira Oeste, chamam de tacuru.

Na mesa com o Japão
A riqueza da cultura japonesa estará em destaque no 12º Festival do Japão do Rio Grande do Sul, que acontece de 14 a 16 de novembro, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. O evento promete encantar o público com o melhor da culinária tradicional japonesa, além de uma programação cultural diversificada para todas as idades.

Entre as opções gastronômicas, o público poderá saborear sushis variados, temakis fresquinhos, lámen artesanal, takoyakis (bolinhos de polvo), guiozas, wagashis (doces típicos), nikumans, tonkatsu, bentôs completos e muito mais. Serão dezenas de operações gastronômicas participando do festival, incluindo também restaurantes de fast food.