Recebo quase que diariamente e-mails com título de Carta Aberta para essa ou aquela autoridade. Dei-me conta de que ninguém mais ou pouca gente manda carta fechada, imagina prejuízo dos Correios, que já levaram várias lambadas, começando com o fax – lembram-se dele? – e depois com o e-mail. Os torpedos de celular liquidaram os telegramas. O twitter e o whatsApp pregaram os derradeiros pregos no caixão. A ironia é que, com menos correspondência a entregar, a estatal não tem mais a eficiência de décadas anteriores, principalmente 1970 e 1980.