Kim me faz lembrar as brigas da adolescência. A gente encarava o rival louco para que ele desistisse e, provavelmente, o outro também, salvo o rei da classe, o brigão invencível de sempre. Então se partia para o “Ah é, é?, ah é, é?”. O passo seguinte era traçar uma linha com a ponta do sapato no chão e dizer “Se tu é bem homem, atravessa essa linha!”