Sou insuspeito para elogiar coisas gauchescas – gauchechcach segundo o carioquês – porque não admiro muito essas louvações do fundamentalismo guasca, como falava o seu Pacheco lá do Guassu-Boi, no Alegrete. Porém, e em nome da reposição histórica da verdade duela a quién duela, muito antes da Revolução Francesa, nós já usávamos o lema Liberté, Égalité, Fraternité. Ocorre que os franceses o copiaram e adotaram após um face lift, inclusive mudando os acentos.
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