Com o aumento dos assaltos, de algum tempo para cá, também tenho observado algo mais tétrico que manchas de chiclete. Os assaltantes costumam agir nas paradas de ônibus e, não raro, empregam a violência inclusive com o uso de armas brancas – facas, canivetes etc. Então, por duas vezes em menos de uma semana, vi pingos de sangue em abrigos de ônibus, um na avenida Independência, e outro na 24 de Outubro. Um deles deixava um rastro até a entrada do Hospital Materno Infantil Getúlio Vargas, uma quadra adiante. Claro que não foi o assaltante que levou a pior.