Finalmente a redenção do arroz gaúcho.

Um Brasil sem jeito
Em tese, a reunião do plenário do Supremo que vai aprovar, ou não, abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, envolvido até a medula no caso Master, pode ser a descompressão na mais alta corte do país. Não acredito nisso.
Teria que ser acompanhada do anúncio de um conjunto de medidas saneadoras, uma mudança ética e não vejo isso. Pelo simples fato de não sentir que a sociedade tenha marcado o STF na paleta.
Falta alguém no plenário
Práticas como decisões monografias em que uma única pessoa e sua caneta – e cabeça – julgam o destino de uma nação precisam ser revistas. O tal código de ética proposto pelo presidente Edson Fachin não avançou um milímetro.
E o que precisa mudar ou acabar é o espírito de corpo dos ministros. Todos eles deveriam estar em julgamento.

Sobretudo, falta o Zé das Couves pressionar o Supremo. Não se vê isso. E o julgamento, no máximo, vai autorizar a investigação contra Moraes e, em seguida, esperemos sentados.
Vai ser um longo período de vai-e-vem, muitos entretantos e poucos finalmente.
Monocracia de dois
Vejamos o caso recente da reunião entre Lula, Davi Alcolumbre e Hugo Motta, presidentes do Senado e Câmara dos Deputados. Oficialmente, esteve em pauta a votação de projetos que interessam ao governo antes das eleições.
Por si só já é um escândalo. Ora onde já se viu duas pessoas pressionadas por uma terceira decidirem o que é bom ou não para o país.
Uma hipótese: Lula reuniu os dois maiorais do Congresso Nacional para dizer que existem cobras e lagartos nos relatórios da Polícia Federal mencionando os dois e seus envolvimentos no caso Master.
Um sistema falido
Poderia acrescentar “e podre”. A democracia representativa tal como praticada hoje não esta funcionando.

Se a solução é o voto distrital, ninguém sabe. Isso até que ele seja adotado e se revelar incapaz de mudar partidos e candidatos. Sobretudo, os partidos teriam que mudar na essência.
Quem manda no Brasil
Por enquanto, o sujeito mais poderoso do país é o banqueiro Daniel Vorcaro. Não pelo “bem”, mas pelos estragos que fez e ainda fará.
Os relógios médicos
Os novos relógios inteligentes da Apple prometem transformar o pulso do usuário em uma fonte contínua de informações sobre saúde e bem-estar. Os dispositivos Apple Watch Series 12 e Apple Watch Ultra 4, que realizam a coleta de vários dados, como frequência cardíaca, qualidade do sono e até uma estimativa de “idade da saúde” do usuário.
Como tudo tem um outro lado, essas engenhocas podem estressar o “paciente”. Ainda mais que a consulta permanente do pulso pode estimular a hipocondría.
A saída, onde fica?
O Brasil registra um avanço expressivo no número de contribuintes que formalizaram a saída fiscal do país. Dados da Receita Federal mostram que os registros passaram de 25.797 em 2021 para 46.603 até 19 de agosto de 2026, crescimento de 80,65% em cinco anos.
Palestra Iargs
O IARGS, por meio do Grupo de Estudos de Direito de Família e Sucessões, promove, no dia 15 de setembro, às 12h, a palestra “Aspectos psicológicos da alienação parental”. O encontro será presencial, na sede da entidade, em Porto Alegre