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A zona do agrião

Existe um grande percentual de eleitores que ainda não escolheram seu voto. Podem branqueá-lo ou podem anulá-lo, mas ainda acho que o grosso está esperando a undécima hora para escolher o candidato.

Muda, não muda, muda…

Pode que haja um parágrafo único: em vez de voto útil em Fernando Haddad ou Jair Bolsonaro, há uma nesga de chance que apostem em um tertius que, por enquanto, está indefinido. Mas seria alguém de centro.

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Voto tartaruga

Para mim, a chance de o quadro permanecer como está para o segundo turno é a mesma de uma votação elevada em um dos três candidatos que hoje estão na lista dos que não conseguem decolar. Mas daí a disputar o segundo turno vai uma boa distância. Seria como a corrida entre o coelho e a tartaruga da fábula.

Cavalo sequinho

Quem se queixa do preço da gasolina ou do diesel e espera preços mais baixos pode tirar seu cavalinho da chuva. Ontem, o petróleo tipo Brent (referência entre os óleos leves, com refino mais barato) passou dos US$ 81, maior valor em quatro anos.

Recordar é viver

Não faz muito, em termos históricos, que o barril (153 litros) estava a US$ 40. Uma série de circunstâncias e conflitos geopolíticos causou a alta, que não sei se é exagerada ou apenas prenúncio de novo ciclo de alta.

Sorte madura

A ironia é que países produtores hoje falidos saem da UTI e do tubo do oxigênio e respiram por conta própria. Entre eles, a Venezuela. Fôlego para o Maduro não é boa notícia. Mas com petróleo a US$ 100 como já esteve ou mesmo a US$ 40 como não faz muito, é preciso ser muito ruim para não conseguir tornar o país uma potência, caso do Chávez e seu pupilo.

Magistério eleitoral

Somam 1.115 os concorrentes a cargos eletivos nestas eleições que usam “professor” ou “professora” na frente do nome, segundo levantamento do Estadão. Um deles usou o apelido eleitoral de Professor Minhoca com slogan “deixa o Minhoca entrar”.

Primeira impressão

Assim de relancina, dá a impressão que o professor usou expressão de duplo sentido. Se for esse o caso, azar o dele.

Os doutores

Houve época em que a febre era usar “Doutor”, pelo menos aqui no Rio Grande do Sul. Na Câmara Municipal de Porto Alegre, tinha tanto doutor que dava para abrir um pequeno hospital.

O azarado

Mas recentemente veio a moda de usar a profissão, motorista, bombeiro, entre outros. Acho que até houve um “gari”, mas não se elegeu.

Deriva Zero

O Programa Deriva Zero, do SENAR-RS, chega a Cacequi na quarta-feira, 26 de setembro às 14h. O Programa busca promover a segurança e a eficiência na aplicação de agrotóxicos para reduzir os índices de deriva nas regiões vulneráveis.

Nas ações de sensibilização, um técnico do SENAR-RS fará palestra em que falará sobre as Boas Práticas no uso da tecnologia de aplicação com o objetivo de contribuir para que a pulverização atinja o alvo com precisão. A atividade será realizada no Sindicato dos Trabalhadores Rurais do município.

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Fernando Albrecht

Fernando Albrecht é jornalista e atua como editor da página 3 do Jornal do Comércio. Foi comentarista do Jornal Gente, da Rádio Band, editor da página 3 da Zero Hora, repórter policial, editor de economia, editor de Nacional, pauteiro, produtor do primeiro programa de agropecuária da televisão brasileira, o Campo e Lavoura, e do pioneiro no Sul de programa sobre o mercado acionário, o Pregão, na TV Gaúcha, além de incursões na área executiva e publicitário.

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