Se tem uma coisa que me deixa triste há décadas é a destruição da Amazônia. Todo mundo lamenta, os governos se sucedem e são de uma inoperância atroz – quando não coniventes – para dar um bom e sonoro “basta!” nessa destruição. Teria os aplausos do mundo, Mas, como já dizia o Barão de Itararé, de onde se menos espera dali mesmo que não sai nada.
É mais que um pulmão, regula chuvas, temperaturas, mas para ficar nesta figura, é como se nós assistíssemos passivamente a destruição do nosso. A capacidade respiratória já diminuiu barbaridade e segue avante e para o fundo. Quando o nosso chegar a 20% ou menos de capacidade pulmonar será o fim. Como a Amazônia.
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