Os números contam histórias que vão além das estatísticas. Ano passado, em 2025, a geração de energia solar alcançou a produção de todas termelétricas fósseis no Brasil, pela primeira vez.
O Sol, que há tanto tempo ilumina o país tropical, ganhou um novo lugar na paisagem energética brasileira.
A abundância de Sol e a de vento, somadas à tradição nacional no uso de fontes renováveis na geração de energia elétrica, oferecem ao país condições singulares para construir uma economia menos dependente dos combustíveis fósseis.

Essa vantagem já aparece nas emissões de gases de efeito estufa (GEE) do Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG), divulgadas esta semana pelo Observatório do Clima, que conta com a participação do Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA). Mesmo com o crescimento da atividade econômica, as emissões que causam o aquecimento global associadas à energia, praticamente, não avançaram.