Como todos sabem a minha profissão não está imune à mediocridade cultural brasileira, salvo às exceções de sempre. E aí vem o paradoxo: com um vocabulário paupérrimo, estoque de leitura quase inexistente, como este pessoal que entra no mercado vai conseguir descrever o cotidiano se não tem palavras para expressá-la? Como diz o povo, é duro o beiço do burro. Provavelmente, essa gente não entenderá o que significa ou entenderão errado.
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