Começou com o João Sebastião Bar, no Rio de Janeiro. Também tivemos o Reembrandt, mas, misericordiosamente, ninguém ousou – ou descobriu – algum trocadilho para desonrar o mestre holandês.
Não tenho certeza, mas acho que ninguém batizou algum templo etílicos de Choppin, outro gênio da música erudita. Acho que alguém vai botar isso nas redes sociais e, dentro de algum tempo, vai parecer algum bar com esse nome.
Quero royaltes, vou avisando desde já.