Em cima do lance, a revista Veja fez uma entrevista com o patriarca Emílio, e ele disse a folhas tantas que as pessoas comuns não entendem que esse tipo de ação é “normal”, que faz parte para vencer grandes concorrências. Na época, começou a fazer sentido o que me disse um paulista do ramo nos anos 1970, que até em países como o Japão as empreiteiras se reúnem no final do ano (não lembro se o deles ou o nosso) para combinar previamente quem vai ganhar o quê nas obras públicas.