Donald Trump pode ser uma vacina. A tese é do articulista português Vicente Jorge Silva, transcrito no site Brasil-Alemanha. Apesar dos perigos que ele pode causar, o presidente americano pode ser “uma vacina providencial contra as ameaças de desordem, caos e desagregação dos equilíbrios internacionais que ele prenuncia?”.
O que o autor sugere é que, se Trump abandonar a Europa à própria sorte, necessariamente, os países terão que se unir para fazer frente a esse abandono e criar mecanismos de defesa – anticorpos. Cabe lembrar um antigo brocardo popular: se eu não for por mim, quem será?
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