Há dias me debrucei sobre a ata de assembleia geral de uma empresa publicada em um jornal. Como era conhecida, tentei ler do que se tratava. Era eleição de conselheiros, ata do balanço e coisas assim, e mais não pude ler porque a fonte ira liliputiana, só dava para ler com uma poderosa lupa. Ou seja, era para ninguém ler ou, na melhor das hipóteses, para comprimir um prédio inteiro numa forma de tijolo.