Bom, se a religião não permite nem que se compre sapato na China, falta pouco para proibir a importação e uso de perfume francês, carne uruguaia, camisa de algodão egípcio, ternos Armani e cueca americana, que custa dois dólares meia dúzia.
Se bem que o tio que esteve na sapataria bem que poderia ter procurado um chinelo. Parece que a Grendene andou exportando o produto para aquelas bandas. Aí a Pátria estaria salva, do Ceará para aquele monstro comuno-capitalista. Xô, Satanás, xô sapato chinês!