O Brasileiro é cheio de “ses”. Se isso, se aquilo, bastou alguém apresentar um fato ou comentar algo que o cara vem com um “e se?”. Lembrei do apresentador José Antônio Daudt na antiga TV Difusora de Porto Alegre. Passou as imagens de um rato se afogando numa boca-de-lobo e veio com essa: “E se fora uma criança, hein?”