É espantosa a facilidade com que os delatores premiados entregam enormes somas de dinheiro mal havido. Até familiares pressurosos contam quanto o premiado amealhou, e onde abriu conta. Como ninguém fica bonzinho de uma hora para outra, a pergunta sem resposta é: qual o percentual dos afanos que NÃO foi devolvido, que deve estar na casa da sogra, em algum paraíso fiscal ou até mesmo enterrado num terreno no interior?