O Rio Grande do Sul no topo: três representantes do Senac-RS levaram para casa medalhas de excelência na WorldSkills 2026, o maior evento de educação profissional mundial. São eles: Cássia Eloá, do Senac São Borja, na ocupação de Cuidados de Saúde e Apoio Social; Gustavo Argoud, do UniSenac – Porto Alegre, em Cozinha; e Natália Corso, do Senac Taquara, em Recepção de Hotel. O resultado foi anunciado neste domingo (27), durante a cerimônia de encerramento no Shanghai World Expo Cultural Center.

Confesso que não vi
Campanha eleitoral tão chocha como esta, pelo menos no Rio Grande do Sul. Pelo que leio não é muito diferente na maioria dos Estados.
Há possibilidade forte de que a abstenção seja bem maior que em eleições passadas, inclusive no voto nulo. Como o campo da urna eletrônica é vasto, há o risco do eleitor não preenchê-lo todo.

Não que seja parâmetro para o universo dos eleitores, mas conheço gente que vai votar só para presidente e Senado, deixando branco para deputados federal e estadual. Os políticos estão em baixa.
Opção ingrata
Também há um outro sentimento, o de que nenhum dos dois ponteiros empolga. Nem Lula nem Flávio Bolsonaro. O emagrecimento de Ronaldo Caiado, Romeu Zema, Renan Santos e Augusto Cury nas pesquisas configura voto útil ou voto antiLula. Há uma parcela que vai votar em Flávio Bolsonaro com má vontade, algo como “é o que a casa da oposição oferece”.
As águas do moinho
Por enquanto, Lula lidera com uma diferença entre três a cinco pontos porcentuais no primeiro turno e com ligeira vantagem dentro da faixa de empate técnico no segundo. Mas eu aprendi, há muitas eleições, que segundo turno é outra eleição. Muita água corre debaixo desse moinho neste intervalo. E muita lama também.
Inteligência gulosa
IA significa aumento de produtividade nas empresas, certo? Sim, mas o custo é alto. Compartilho parte do artigo de Rodrigo Cerveira, sócio e CMO da Vórtx e co-fundador do Strategy Studio.
“O. maior obstáculo à adoção da inteligência artificial talvez não seja a resistência das pessoas ou o medo de que a tecnologia avance a ponto de ameaçar o próprio controle humano. Pode ser algo bem mais prosaico: o custo.
A promessa da IA é aumentar a produtividade e permitir que empresas façam mais em menos tempo. O problema é que, em muitos casos, fazer mais também significa consumir mais processamento. E pagar mais por isso. Em junho, a Reuters relatou que a Uber consumiu seu orçamento anual de IA para 2026 em apenas quatro meses, depois de acelerar a adoção de ferramentas de programação, e precisou limitar o uso. A reportagem também registrou casos de clientes da BlueRock que tiveram estouros orçamentários de 20% a 30% após mudanças no modelo de cobrança”.
Como se diz por aí, não tem almoço grátis. Nem Inteligência Artificial.