Em tempos de El Niño, a população tem receio que a enchente de 2024 possa se repetir. Os especialistas acham que seria preciso a conjunção de vários fatores como em 2024 para o desastre acontecer novamente.

Enquanto isso, quem mora perto do cais e trabalha em prédios altos fica de olho nesta paisagem. Se a água galgar este degrau e nivelar com o Armazém, pegue o caíque e o remo. Mas precisa muita água para isso acontecer.

Aluguel
Olhe o descaramento de um internauta colocando seu carro à disposição dos candidatos.
“Alugo vidro traseiro de meu carro para plotagem de adesivo de candidato de qualquer partido.
R$ 800,00 até as eleições (sem garantia)
R$ 1.600,00 até as eleições (com garantia – Não será arrancado antes)
Acréscimo de 50% para candidato Ficha Suja.
Outros serviços:
R$ 600,00/evento:
Fazer caminhada logo atrás do candidato distribuindo santinho e sorrindo.
R$400,00/carreata + requisição de gasolina.
S/ buzina R$500,00.
Buzinando R$1.000,00.
R$ 2.000,00 Discutir política (sem perder a amizade)
Perdendo a amizade R$ 3.500,00
Saindo no soco, a negociar.”

Prestígio internacional
Um projeto do Sistema FIERGS foi destaque durante o programa Roda Viva, na segunda-feira (17). O entrevistado era o professor Paulo Blikstein, do Teachers College e afiliado ao Departamento de Educação da Universidade Columbia, em Nova York.
Ao citar referências sobre o uso de recursos tecnológicos para transformar a aprendizagem de ciência, computação, engenharia e matemática, citou o projeto Hands on Bot (HOB), criado pelo Sesi-RS. “Criei uma placa de robótica que chama GoGo Board, que é totalmente aberta e, por ser de código aberto, está sendo agora distribuída pelo Sesi em escolas do Rio Grande do Sul”, afirmou durante a entrevista na TV Cultura.

Lançado em maio, o HOB é uma das bandeiras do presidente Claudio Bier, que considera que somente pela educação é possível desenvolver os talentos necessário para promover a inovação e o desenvolvimento.

Do Caribe com carinho
De janeiro a junho de 2026, o Brasil recebeu 34.346 refugiados, principalmente cubanos, venezuelanos e haitianos. De acordo com dados do OBMigra (Observatório das Migrações Internacionais), esses imigrantes integram os 548.204 que entraram no território nacional em busca de asilo desde 2016.