A notícia dada pela jornalista Núbia Silveira foi um soco no peito. Fiquei sem ar ao saber que o meu amigo de tantas jornadas havia falecido.
Por décadas – acho que foi nos anos 1960 – eu o tinha como um jornalista completo, daqueles que passam por todas as plataformas sempre com brilho. E com uma benção que ele mesmo forjou: todos gostavam dele, algo raro em uma profissão que é fácil ter inimigos e difícil ser benquisto por gregos e troianos.
Vai, Nenê, vai para as Eternas Redações, que te receberão de braços abertos. E contarás algumas das milhares de histórias do teu depósito de causos. Afinal, o que é o jornalismo se não é saber contar uma boa história?
O velório será na Assembleia Legislativa, a partir das 9 horas. O sepultamento, no Cemitério São Miguel às 17 horas.
