Os tempos estão mudado de tal forma que dá para escolher o desastre perfeito. A guerra no Irã é o mais saliente porque com ele outros perigos pegam carona.
O preço do combustível é um deles. E nunca vem sozinho. A possibilidade de uma greve dos caninhoneiros tira o sono do governo. E o nosso.
Em 2018, faltaram produtos nos supermercados, por exemplo. O governo tem urgência em aprovar uma MP que atualize o valor do frete.
O suspiro do presidente
A última pesquisa Genial/Quaest deve ter feito Lula sorrir. Abriu uma vantagem sobre Flávio Bolsobaro além da margem de erro. Ganha nos dois turnos com boa folga.
A pergunta é se os outros candidatos vão permanecer estacionados com menos de 10%. Acho que não, porque teremos debates e horários de TV.

Além disso, temos uma fatia ainda por definir do eleitorado que não quer lulismo nem bolsonarisno. Na minha opinião, o número deve crescer.
O detalhe
A maioria dos jornais destaca o favoritismo de Lula e queda na intenção de votos em Flávio Bolsonaro. Entretanto, esse otimismo todo bate numa trave por causa de um detalhe: Lula é rejeitado por 50% dos pesquisados.
Ok, já foi maior, de 54%. Mas, se metade dos pesquisadores o rejeita, não vejo porque largar tantos foguetes.
O petróleo que incomoda
Não parece que o petróleo acabe como se diz. A extração é que vai ficar cada vez mais cara.

E a última gota será gasta na petroquímica. Combustíveis alternativos são cada vez mais desenvolvidos. E não falo de carros elétricos.
O hidrogênio seria o ideal, porque, além dos carros, tem outras serventia, como fertilizantes. E são zero em poluição nos canos de descarga, só vapor de água. O problema é “fabricá-lo” dentro do motor.
O problema maior é que o mundo gira em torno do petróleo. Imagina toda uma enorme cadeia econômica que depende dele, milhões e milhões de empregos.
A vingança dos velhinhos
A Ford Motor Co. adotou uma abordagem incomumente humana para corrigir seus persistentes problemas de qualidade: trouxe de volta o que chama de engenheiros de “barba grisalha” para ajudar a treinar profissionais mais jovens. Também vão reprogramar as ferramentas de inteligência artificial que não estavam dando conta do trabalho.
A saída, onde fica?
A enchente devastadora de 2024 no Rio Grande do Sul não causou apenas o êxodo de famílias inteiras, que se mudaram para outros estados, especialmente Santa Catarina. Provocou também a saída de cérebros e de jovens, que não veem futuro aqui.

Balcão de inovação
O Sistema FIERGS disponibiliza o Balcão da Inovação para pequenas e médias indústrias (PMIs) gaúchas. A iniciativa apoia empresas no acesso a oportunidades, conexões e instrumentos para investir em inovação. A proposta busca reduzir um dos principais gargalos enfrentados pelo setor: a falta de informações sobre acesso a linhas de apoio e recursos para o desenvolvimento de projetos inovadores.