Essa doideira chamada Brasil prova que o filme dos anos 1970 “Deu a louca no mundo” foi profético. A recusa do Senado em aprovar Jorge Messias para o Supremo foi costurada pelo ministro da Corte Alexandre de Moraes.
A indicação foi de Lula. E Moraes está chateado com ele desde o episódio do Banco Master e os diálogos divulgados pela TV Globo.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e vários senadores e deputados também estão no mesmo rolo. A CPI do Banco Master está na gaveta do Congresso. E adivinha quem pode liberá-la?

Pois é, Alcolumbre, o Davi, que agora é elogiado pelo caso Messias. Em resumo, Brasília fede tanto quanto o banqueiro Daniel Vorcaro, cuja delação premiada é mantida em sigilo ou ainda está em fase de depuração.
A República também fede.
Alerta italiano
O processo de reconhecimento da cidadania italiana por descendência ganhou um novo capítulo e segue sem definição definitiva. Em decisão recente, a Corte Constitucional italiana optou por não declarar a inconstitucionalidade das restrições impostas pelo chamado Decreto Tajani. Ou seja, mantem, a prática, as regras atuais em vigor.
Com isso, o direito à cidadania italiana, como era conhecido anteriormente, sem limite geracional, deixa de existir nos moldes tradicionais. E permanecem válidas as limitações que restringem o reconhecimento a filhos e netos de italianos, além de outras exigências estabelecidas pela legislação mais recente.
Na TV paga aparecem comerciais vendendo facilidades para obtenção desse registro, que não são fáceis coisa nenhuma.
Uma guerra cara demais
As empresas aéreas brasileiras estão preocupadas com a possibilidade de novos aumentos no preço do querosene de aviação (QAV). Executivos do setor que conversaram com a CNN, apontam que a alta acumulada pode chegar a quase 90% no ano, com o combustível chegando a quase R$ 10 por litro.

O QAV responde por 40% do custo de voo. Logo, não tem como isso não impactar no preço das passagens.
O turismo internacional está fortemente impactado pela guerra do Irã. Por uma dessas coisas da imprensa, não vejo muitas matérias falando disso, o que é estranho.
O perigo dos drones
A aviação comercial brasileira está cada vez mais impactada por objetos voadores identificados. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, os balões de ar quente, que irresponsáveis largam perto de aeroportos, são ainda mais perigosos quando chegam as festas juninas. Um dia, eles causarão uma tragédia.
Os drones são outra ameaça. Um piloto da United Airlines reportou uma colisão a cerca de 1.000 metros de altitude contra um drone antes de pousar nos EUA, na quarta-feira (29).
Queijos de cá e de lá
Um grupo de produtores e técnicos do Rio Grande do Sul está vivendo uma imersão na Itália para entender como os europeus transformaram tradição em valor de mercado. A Missão Técnica Internacional sobre Indicação Geográfica do Queijo Colonial, organizada pelo Sebrae RS, ocorre até o dia 4 de maio. Passa por regiões como Trento, Bergamo e Parma.

Enquanto isso acontece, o acordo do Mercosul com a União Europeia forçosamente vai facilitar as importações de queijos franceses e alemães a preços competitivos. De minha parte, como amante de queijos fortes, aguardo com ansiedade que eles cheguem em Porto Alegre.
Se não vierem como eu gostaria é porque o consumidor gaúcho é pouco exigente. Só a França tem mais de 500 diferentes tipos de queijo.
No passado, tivemos aqui queijos alemães cremosos de sabor pronunciado como o Münster, aqueles “cheirosos”, ou o tipo limburguês ou Limburgo, casca comestível.