Esta imagem fala por si. Está certo que a enchente de 2024 tenha feito um estrago medonho em todos os setores do Rio Grande do Sul.

Mas ter só 52% de crianças alfabetizadas significa que o futuro não é promissor. Pior para as que somam os 48% de analfabetas. Como tal, condenadas a subempregos.
Enquanto isso, o Nordeste toca ficha. O presidente da Assembleia gaúcha, deputado Sérgio Peres, contou que ficou impressionado com o ensino ministrado em Pernambuco. Se compararmos com países europeus e asiáticos, para ficar só neles, temos tudo para enfartar de desgosto.
O que a foto mostra é o futuro do Brasil. Desse jeito nunca seremos um país de fato.
Alerta vermelho
Pela última pesquisa Quaest, Lula tem 37% dos votos e Flávio Bolsonaro figura com 32%, isso no primeiro turno. Ronaldo Caiado tem 6% e Romeu Zema 3%.
O pepino para os estrategistas de Lula é o segundo turno. Isso porque os votos que irão de Caiado e Zema certamente não migrarão para o presidente-candidato.

No meu entender, tanto Caiado quanto Zema ainda devem ter expressivas intenções de voto. O que é ruim para o PT.
O porém de sempre é que a campanha ainda é criança. Ou seja, é cedo para bater o martelo.
O fator economia
O preço do barril do petróleo só agora deve cair. Este tempo com o óleo a mais de 100 dólares já alavancou a inflação e, consequentemente, o custo de vida está em alta. Pesadelo de todo governante que pretende se reeleger.
O 6 por 1
O governo Lula enviou ontem o projeto que acaba com a escala 6 X 1 para o Congresso. Há sinais de que pode não ser votado antes das eleições.
Para o governo, é imperioso que seja votado antes do pleito. Mas os parlamentares ou o grosso deles também não querem ficar mal com a turma do 6.
Vai depender dos presidentes do Senado e Câmara colocar em votação. Certamente, vão pedir cargos. Só nas agências reguladoras são 14 postos. Ou boquinhas.

A isenção de imposto de renda para quem ganha até 5 mil reais por mês não mexeu na popularidade de Lula para cima. Lógica elementar, o dinheiro a mais para os beneficiados foi comido pelo custo de vida/inflação.
Os corajosos e a mosca azul
O que leva alguém a querer administrar um Estado endividado como o Rio Grande do Sul só se explica pelo poder. Ou seja, a mosca azul de qualquer político.
A turma do meio
Políticos com vários mandatos sabem que nem sempre preferem ser cabeça de baleia que rabo de sardinha. No caso, deputado estadual.
Ou você é vereador ou deputado federal. Estadual é quase um espectador salvo como trampolim para uma cadeira na Câmara dos Deputados.

Ele só vota a favor ou contra e tem pouco reparo para distribuir verbas, salvo pedacinhos de asfalto em municípios do interior. Deputado federal tem as emendas.
Verba
Uma historinha contada por um político da Serra Gaúcha. Um senador do PT destinou 800 mil reais para um município da região. Um assessor do prefeito assim respondeu à indicação do chefe se devia aceitar o dinheiro por ser antipetista:
– Aceita o dinheiro. Mas não vota nele e também recomenda aos nossos correligionários que votem.
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