No tempo da minha adolescência, havia códigos que resumiam o enredo dos filmes aguardados para o final de semana no cinema da então pequena cidade de Montenegro. A classificação repassada após conversar com o projetista se resumia em uma ou duas palavras.
O filme podia ser “de terror”, o segundo na nossa preferência; “de mocinho” ou “de caubóis” para definir um faroeste, os preferidos. E o que conferia um ar de aborrecimento por expectativa frustrada em assistir comédia ou drama romântico, que era classificado como “filme de amor”.