Um proeminente e conhecido político de cidade do interior do Rio Grande do Sul nos anos 1960 era muito falado na região pelas aventuras da sua mulher, que gostava de ficar na posição horizontal. O diz-que-diz-que foi tão grande que a história chegou ao comando do seu partido, que exigia que ele tomasse uma atitude.
Então o marido publicou um “a pedido” no jornal da cidade. O texto, em letras grandes dizia o seguinte: “Comunico à praça que não sou corno”.