Já contei aqui várias histórias do Osni, meu colega de redação no JC. Sempre de terno preto, certa vez, foi confundido com um pastor quando se preparava para atravessar a avenida João Pessoa. Ao fazer o caminho de volta, minutos depois, foi confundido com segurança de bingo, o que o deixou muito chateado.
A mais recente aconteceu numa manhã, quando há pouca gente na redação. Ele ficou todo serelepe quando viu a faxineira abanando sem parar para ele de dentro da sala dos revisores. Até que estou agradando, pensou ele, te cuida Leonardo Di Caprio.
Como os abanos não paravam, o Osni ficou intrigado e se aproximou da faxineira para tirar a cisma, olhinhos apertados atrás dos óculos de lentes grossas, que há horas pedem nova receita.
Ela não estava abanando. Estava é limpando os vidros da sala.
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