Há 100 anos, o cientista Albert Einstein visitou Brasil, Argentina e Uruguai. Deteve-se em escrever sobre o Rio de Janeiro, queixando-se da quantidade de convites e compromissos, a que era avesso.

Tinha 26 anos então. Escreveu um diário falando da mistura de raças, povo alegre “subjugado pelo calor”.
O que o irritava eram pessoas arrogantes e pretensiosas. Todos, como ele as chamava. Um trecho do diário dele, publicado pelo Estadão, é perfeito até para os dias de hoje:
“Visitei a Academia de Ciências. São oradores veementes. Quando elogiam alguém, estão elogiando a eloquência. Acredito que essa tolice e irrelevância tenha a ver com o clima.”