A Celulose Riograndense apresentou ontem o novo acesso rodoviário, de 4,3 quilômetros, que faz a ligação direta entre a planta industrial e a BR-116. Toda dentro da propriedade da empresa, só a pista asfaltada custou R$ 60 milhões, devido à topografia acidentada – fica na parte mais alta de Guaíba, 120 metros acima do nível do mar. O que chama a atenção é o extremo cuidado que a companhia tem em todos os níveis das suas obras, descendo ao detalhe aparentemente secundário. O presidente da empresa, Walter Lídio Nunes, é um perfeccionista, uma cultura que tanta falta faz ao Brasil.