Há muitos anos, eu e colegas inventamos o caso do ator de cinema Jack Palance, um cara que só fazia papéis de vilão por causa da sua carranca perene. Já velho, apresentava na TV americana, nos anos 60, o programa “Incrível, fantástico, extraordinário”.
O velho Jack teria abandonado Hollywood e comprado um salão de sinuca no bairro Azenha de Porto Alegre. Não demorou muito para a ZH fazer uma reportagem com um sósia dele, morador de Cachoeirinha. Pior é que nem era tão parecido assim.
Devem ter corrido o bairro todo e não acharam o Jack Palance. Então, foram para o plano B que algum leitor de Cachoeirinha sugeriu.
Mais tarde, eu e o jornalista Rogério Mendelski espalhamos que ele tinha feito uma plástica e ficara irreconhecível, só para escapar dos paparazzi gaudérios.