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Rindo de nervoso

É o que diz uma expressão antiga, para mostrar a fragilidade da percepção sobre algum tipo de desastre anunciado. Pois faltando um pouco mais de mês da posse de Lula, o único bombeiro do mundo que apaga fogo com gasolina, o temor reinante é que ele chute o balde e a barraca do bom senso. E nomeie pessoas da esquerda ortodoxa para os altos cargos do governo, nomes que nunca trafegaram pela rodovia do centro.

https://www.banrisul.com.br/bob/link/bobw00hn_promocao.aspx?secao_id=3538&utm_source=fernando_albrecht&utm_medium=blog&utm_campaign=feirão_rec_credito&utm_content=escala_600x90px

A ronha mesmo será se Lula nomear para o Ministério da Defesa algum desafeto antigo das Forças Armadas. Hoje um civil para esse ministério já deixa os meios castrenses, o conjunto das Forças Armadas, mais nervosos que ninho de formigas na véspera de um toró.

https://cnabrasil.org.br/senar

Mas é preciso rir. Não se pode levar a vida muito a sério e muito menos seus personagens. Só que não é bem assim para os risonhos. Em 5 mil anos de História escrita de alguma forma, só não houve guerras em 312 anos.

O barbudinho sacana

A História se repete uma vez como farsa e outra como tragédia, já disse aquele barbudinho que tem tudo a ver com um filme inesquecível de Sam Peckimpah, cujo título em português é melhor que em inglês: Meu Ódio Será Tua Herança (Wild Bunch). Só a cena inicial mostra que nunca realmente poderíamos dar certo.

As chanchadas da Atlântida

Ainda me assombro como o mundo e o Brasil amadureceu à força, perdeu a ingenuidade, ganhou falsa malandragem e se espichou para a superpopulação por um lado e aceleração do espírito belicoso para outro. Assista na TV paga as comédias da Atlântida produzidas nos anos 1950. Piadinha que hoje faria chorar levavam milhões a gargalhar.

Pixixi no pixoxó

O máximo de sacanagem era o teatro de revista com músicas da moda e mulheres de maiô com plumas no corpo. Pobres avestruzes. Pois os títulos tinham duplo sentido, como “Tem pixixi no pixoxó”. Se alguém não captou, não conhece nem pixixi nem poxoxó.

O deserto

Quando leio textos de alguns jornalistas, sinto que eles leem menos jornais ainda que os que não leem nenhum.

Burocracia metido a sábio

O corretor de texto da Samsung (Android) tem desinteligência artificial. Não só coloca palavras que nunca se pensou em usar, como também insiste no erro após correção manual. 

Fernando Albrecht

Fernando Albrecht é jornalista e atua como editor da página 3 do Jornal do Comércio. Foi comentarista do Jornal Gente, da Rádio Band, editor da página 3 da Zero Hora, repórter policial, editor de economia, editor de Nacional, pauteiro, produtor do primeiro programa de agropecuária da televisão brasileira, o Campo e Lavoura, e do pioneiro no Sul de programa sobre o mercado acionário, o Pregão, na TV Gaúcha, além de incursões na área executiva e publicitário.

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