Dizem que esse diálogo se deu em um bolicho no Cerro do Jarau, já perto da estrada para Uruguaiana, no tempo em que o trem era a vapor. Um peão de estância entrou todo pimpão, pediu um liso de caña, limpou a boca com as costas da mão, encarou o recinto, tomou da palavra e a espalhou para quem quisesse ouvir.
– Pôs estou aqui mais faceiro que lambari em sanga para comunicar que vou casar com uma das filhas do fazendeiro mais forte da região.
– A la putcha! – gritou alguém.
– Não, não, a outra.
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