
Se havia uma coisa que marcava os carnavais de antigamente eram os blocos. Escolas de samba eram para engajados, blocos eram operados por clubes sociais. Entravam nos salões e eventualmente no carnaval de rua nas cidades maiores. A bateria – a cozinha – era mínima. Alguns blocos, como os Cobras de São Leopoldo davam de dez nas escolas de samba de Porto Alegre.
Bem, esse é o Bloco Verde, do Clube Riograndense de Montenegro, em 1963. A fantasia era de cossaco, com “turbante” feito de algodão. Eu posso estar na foto. Na bateria, tocava um instrumento que só a velha guarda do Rio de Janeiro conheceu, a frigideira. Diziam que eu era bom. Duvido. Alemão no samba…
[ad name=”BRDE_2020″]