O jornalista Carlos Bastos e o empresário Jayme Sirotsky (de pé, do lado direito) organizaram um almoço na Churrascaria Santo Antônio para os jornalistas d’antanho. Foi um belo encontro, com depoimentos emocionados dos velhos tempos.
O jornalista Nilson Souza providenciou até máquinas de escrever para quem quisesse catar milho, termo usado para os dedógrafos, que usavam só dois dedos – eu uso só dois até hoje, com raras convocações dos polegares.
Não faz muito, uma colega assessora de imprensa contou que um estagiário disse a ela que agora sim acreditava em máquina de escrever, porque tinha visto uma. Essa e outras histórias salpicavam as carnes macias do estabelecimento do Jorge Aita.
Dentro da máxima “perco o amigo mas não perco a piada” – brincadeira – no fim do lauto banquete patrocinado pelo Jayme, disse ao Carlos Bastos que realmente os tempos eram outros. Nas décadas passadas, as socialites ocupavam o seu tempo ocioso participando de benemerências, como Liga de Combate ao Câncer e outras do mesmo jaez. Hoje, falei, gente como o Bastos se dedica à Liga da Terceira Idade.
De certa forma, também é benemerência.
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