A propósito do A Vida Como Ela Foi (veja aqui) em que contei que quase fui frentista de um posto, o leitor Duarte Bertolini contou que ele foi um. Confirmou que era tudo no olho, nada do click para avisar que o tanque estava cheio, mas o caso dele foi muito além.
“Lembro do ódio que tinha das primeiras gerações da atuais F4000 e similares que tinham o tanque atrás do banco na cabine. A boca do tanque ficava na altura do peito e quando engasgava (e era muito comum) voltava uma golfada (…) Imagina isto nos frios invernos da serra ou o cheiro que ficava no corpo”.
Do que me escapei. Jesus.
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