Nos anos 1950/60, os gaúchos prezavam muito o concurso Operário-Padrão, subdividido em outras categorias, como o Motorista-Padrão. Os industriais indicavam os nomes, escolhidos principalmente pelo critério da assiduidade. Na época e dentro do espírito, criamos um óbice aos que nunca faltavam ao serviço, o Chato-Padrão.