Nos almoços e balanços de 2017 e previsões econômicas para 2018 quase todos os economistas das entidades empresariais calcularam que o PIB brasileiro seria em torno de 2,5%, com os mais otimistas cravando 2,7%. Chamou minha atenção a previsão do economista-chefe do Banco Fíbria, que cravou 4%. Exagero, disseram.