Escrevi uma nota na página 3 do Jornal do Comércio com este título. Tome cuidado com os chamados “descuidistas” no Centro Histórico. São capazes de subtrair carteiras, celulares e até de fechar as bolsas depois, para dar tempo de sair calmamente antes que a vítima descubra o estrago. É o requinte da profissão. No popular, batedores de carteiras. Quase magia e sem violência. Isso é coisa de muquirana.
Nos anos 1950 e 1960, a maior parte era carioca, depois os nativos começaram a pegar a manha. O que é o estudo, não é mesmo? Os realmente bons faziam misérias na frente de todo mundo e ninguém desconfiava, muito menos a vítima.
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