A Feira do Livro de Porto Alegre está muito pobrinha. Acentua-se cada vez mais. Parte é porque se lê cada vez menos, e o pouco que se lê é na internet, leitura no sentido ficções e não-ficções. Tenho falado, ao longo das edições, que a Feira teria que se reinventar, e não apenas ser um evento em que passam milhares de pessoas por dia mas poucos realmente pretendem comprar alguma obra.